Para que serve
Tradução automática hoje é boa. O problema não é a qualidade, é a confiança cega: você traduz, responde em cima, e não percebe que “we might consider” virou “vamos fazer”.
Use a IA para traduzir e, logo em seguida, para apontar onde a tradução pode enganar. Esse segundo passo é o que quase ninguém faz.
O pedido pronto
Traduza o texto abaixo para português do Brasil. Depois da tradução,
liste em até 3 itens qualquer trecho onde o tom ou o grau de certeza
possa ter mudado na tradução (ex.: uma sugestão que virou afirmação,
uma cortesia que soa como promessa).
Texto:
[COLE O TEXTO AQUI]
Para responder na outra língua, inverta: escreva em português, peça a tradução, e peça para ela dizer se ficou formal demais ou informal demais para um e-mail de trabalho.
Como conferir a resposta
- Palavras como “pode”, “talvez”, “pretende”, “deve”: confira se estão na tradução com o mesmo peso do original.
- Datas e números: formato de data em inglês (mês/dia) engana. Confira.
- Se o texto for importante, traduza só o parágrafo crítico de novo, em outra sessão, e compare.
O erro clássico
Responder em inglês algo que a IA escreveu sem você entender o que está escrito. Se você não consegue ler a resposta, não mande. Peça a tradução de volta para o português e leia antes.
Se você está ajudando alguém
Explique que a IA traduz melhor que o tradutor automático antigo, mas continua sendo uma máquina que não sabe o que está em jogo naquele e-mail. Quem sabe é a pessoa.