Depois das primeiras semanas, a diferença entre quem usa bem e quem usa mal está menos no pedido e mais nos hábitos em volta dele.
Uma conversa por assunto
O assistente responde com base em tudo que está na conversa. Se você tratou de três assuntos na mesma conversa, a resposta ao terceiro pode vir contaminada pelos dois anteriores. Abra uma conversa nova para cada tarefa. É de graça e evita o efeito mais comum de resposta confusa.
Nomeie as conversas
A maioria das ferramentas dá um título automático. Renomeie as que você vai reaproveitar: “padrão de comunicado”, “explicações de contabilidade”. Semanas depois, você acha.
Use a conversa temporária quando o assunto for pontual
ChatGPT e outros têm um modo em que a conversa não fica no histórico nem alimenta a memória. Para assuntos que não precisam ser lembrados, é a opção mais limpa.
Revise o que a ferramenta lembra de você
Algumas ferramentas guardam fatos entre conversas: sua função, seu nome, preferências. Isso é útil e é um risco em computador compartilhado. Uma vez por mês, abra as configurações de memória e veja o que está lá.
Confira com qual conta você entrou
Conta pessoal e conta da empresa têm regras de privacidade diferentes, na mesma ferramenta. Antes de tratar de assunto de trabalho, veja o e-mail no canto da tela.
Não deixe a conversa aberta no computador
Parece óbvio, e é o vazamento mais banal: sair para o café com uma conversa cheia de conteúdo interno aberta na tela. Vale a mesma regra do e-mail.
Guarde os pedidos que funcionaram
Quando um pedido rende um resultado bom, salve o texto do pedido, sem o conteúdo. Um arquivo simples, uma nota. Em três meses você tem um repertório próprio, melhor do que qualquer lista pronta, porque é do seu trabalho.
Próximo passo: assistentes personalizados.